Gianecchini rompe o silêncio: 'Tenho um câncer raro e complicado'


Gianecchini rompe o silêncio: 'Tenho um câncer raro e complicado'

Em entrevista à Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia, ator fala dos sintomas que teve e de como está encarando a luta contra a doença

Reynaldo Gianecchini rompe o silêncio sobre o câncer em entrevista à Abrale
Reynaldo Gianecchini rompe o silêncio sobre o câncer em entrevista à Abrale (Reprodução)
Reynaldo Gianecchini, 39, falou sobre o câncer publicamente pela primeira vez, em entrevista à Associação Brasileira de Linfona e Leucemia (Abrale). O ator foi diagnosticado no começo de agosto com linfoma não-Hodking. No vídeo, divulgado nesta quinta-feira pela entidade, ele reconhece a gravidade de seu quadro, mas se mostra otimista com o tratamento.
"É difícil saber precisamente quando começaram os sintomas. Eu nunca imaginei que pudesse ter essa doença, acho que ninguém para para pensar nisso", ele conta, no início da entrevista. "Todo ano tinha uma coisinha, comecei a desenvolver uma alergia. Eu operei de hérnia na virilha e deu uma infecção, começaram a aparecer gânglios na região do pescoço, tudo indicava que era uma virose. Mas tinha no corpo inteiro, fizemos então uma biópsia dos gânglios. Depois de um mês, veio o resultado."
Em seguida, Gianecchini comenta o tipo de seu câncer, que chama de "complicado" e "raro". "Eu tenho um linfoma que é de célula-T. Poderia ser de célula-C, que é mais simples, o meu é mais complicado, e, não bastando, é um câncer bem raro." E admite ter se assustado com o diagnóstico. "É uma doença que tem um estigma."
O ator, no entanto, se mostra otimista com a luta contra o linfoma. "Acredito que pode ser uma dádiva. Existem coisas reservadas para nós que fogem à nossa explicação, mas que lá na frente vamos entender perfeitamente e agradecer muito", ele fala, emocionado. Gianecchini diz contar com o apoio da família, que teria se unido e fortalecido com a notícia, e dos fãs.

Fonte: Veja

Band pode perder "CQC" inteiro

Band pode perder "CQC" inteiro


Além de perder Rafinha Bastos, a Band pode ficar sem o "CQC" inteiro. A confusão envolvendo o humorista, que pediu demissão da emissora, interferiu na boa sintonia entre o canal e a argentina Cuatro Cabezas, dona do formato do "CQC".
Apesar de ter acatado a determinação da Band de suspender Rafinha Bastos após uma piada sobre a cantora Wanessa Camargo, a Cuatro Cabezas não teria gostado da postura da emissora. Afinal, o "CQC" é um dos principais programas do canal, e é famoso justamente por conta da liberdade de expressão de seus polêmicos integrantes, marca registrada do formato em suas versões pelo mundo.
Com a confusão envolvendo Rafinha, a permanência do "CQC" também está ameaçada. A Band informa que possui exclusividade com a Cuatro Cabezas até dezembro de 2015. Mesmo assim, Record e SBT estão de olho na atração e no portfólio da Cuatro Cabezas.
Outro problema é que o contrato de alguns dos integrantes do "CQC" termina em dezembro. O blog apurou que o salário de um CQC gira em torno de R$ 40 mil e com o acordo com a Band chegando ao fim, a multa contratual deles é baixa.
Procurada, a Band diz que a relação com a Cuatro Cabezas não foi abalada e que o contrato de alguns integrantes do CQC foi renovado recentemente.
Da parte de Rafinha, o casamento com a Band está encerrado e não tem volta. Mesmo assim, o mais alto escalão da emissora ainda tentava na tarde de terça-feira (11) reverter a situação. Há gente poderosa na Band querendo que ele fique, como prova da relação de confiança da emissora com a Cuatro Cabezas.
Dá para imaginar o tamanho do estrago que uma piada pode causar?

Cientistas anunciam a descoberta do maior vírus do mundo

Cientistas anunciam a descoberta do maior vírus do mundo

Redação SRZD
Foto: DivulgaçãoCientistas anunciaram nesta segunda-feira a descoberta do maior vírus do mundo, com mais de mil genes, no litoral do Chile. O genoma do Megavirus chilensis é 6,5% maior do que o DNA do antigo recordista, o Mimivirus, isolado em 2003.
O Megavirus chilensis é dono do mais complexo código genético entre os vírus. Ele é tão grande que supera em tamanho até algumas bactérias - que normalmente são maiores. 
O novo vírus - encontrado em uma amostra de água do mar do litoral de Las Cruces - não parece causar nenhum mal ao ser humano, segundo Jean-Michel Claverie, do Centro Nacional para a Pesquisa Científica da França (CNRS).
O estudo foi publicado pela revista americana Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).

Cristão dono de café pode ser preso por exibir mensagens bíblicas

Cristão dono de café pode ser preso por exibir mensagens bíblicas

Redação SRZD
A polícia da Inglaterra ameaçou de prisão um cristão dono de um café na cidade de Lancashire, por ele exibir um DVD com mensagens bíblicas dentro do estabelecimento. Quando os dois policiais entraram, Jamie Murray exibia na televisão uma versão em imagens e texto do Novo Testamento, e forçaram Murray a desligar o aparelho, com a alegação de que receberam uma denúncia de homofobia, e avisaram que Murray teria de parar de exibir o DVD com conteúdo bíblico.

"Eu estava preocupado em ser algemado e levado para fora da loja na frente de meus clientes. Não iria parecer bom então eu pensei que era melhor obedecer. Parecia uma traição. Eles saíram da loja e disseram-me que continuariam a acompanhar se estávamos exibindo material de ódio. Em nenhum momento falaram comigo como se eu fosse um cidadão cumpridor da lei tentando ganhar a vida. Eu me senti como um criminoso", afirmou Murray ao jornal "Daily Mail".

Murray perguntou se ele podeia ir pra prisão por mostrar a Bíblia? A policial teria dito que se ele transmitir "material que ofenda nos termos da Lei de Ordem Pública, teria que tomar medidas mais sérias". O comerciante, no entanto, afirma que verificou seus direitos e que não recuaria. O bairro de BlackPool é um local considerado de alta criminalidade, e o café seria possui fama de ser um local calmo.

Facebook para bandidos

Facebook para bandidos

Sidney Rezende
http://www.palestrativa.com.br/wp-content/uploads/2011/03/palestrante-sr1.jpgOs criminosos descobriram as redes sociais e estão encantados com a fama adquirida pelo uso do Twitter e do Facebook. O SRZD publicou ontem reportagem mostrando uma página de um traficante procurado pela polícia que se comunica normalmente pelo Face e já tem muitos "amigos" e "seguidores".
Como a utilização da ferramenta  é livre, eles estão maravilhados com a liberdade concedida pelas autoridades e pela direção desta importante rede global.
Muitos leitores nos mandaram mensagens indignadas sob o argumento que consideravam uma "ousadia", "um abuso inominável", bandidos procurados atuarem livremente no "real" e também no "virtual".
Em consideração aos nossos leitores, gostaríamos de informar que cumprimos nosso ofício de identificar a prática e, mais ainda, procuramos a secretaria de Segurança do Rio, mas ninguém atendeu.
Depois procuramos a plantonista, enviamos e-mail com link e tudo, mas nada de resposta. Em seguida procuramos a Polícia Militar. Sem aceitarmos o silêncio, ligamos para a Delegacia Policial, unidade da Polícia Civil da Gávea. A mulher que atendeu o telefone disse que não tinha ninguém pra falar sobre o assunto naquele momento.

Medalhões da MPB precisam ensaiar mais

Medalhões da MPB precisam ensaiar mais

Sidney Rezende
http://www.palestrativa.com.br/wp-content/uploads/2011/03/palestrante-sr1.jpg A geração de cantores e compositores da MPB que brilham desde meados do século passado merece os elogios e o reconhecimento pela qualidade do que produziu nestes anos todos. Mas conquistas do passado não garantem ao artista êxito no presente, e, muito menos, certeza de que ele será luminoso no futuro.
É impressionante como estes artistas andam cantando mal e produzindo abaixo do padrão de rendimento que se espera deles. Neste domingo, o "Canal Brasil" exibiu um show onde foi um espetáculo de desafinação: Caetano Veloso, Djavan e Milton Nascimento não se acharam. Foi decepcionante!
No Rock in Rio, a apresentação de Milton Nascimento cantando sucesso do Queen já havia sido abaixo da crítica. Sandra Sá e Seu Jorge fizeram um dueto. Ela rouca, e ele...desafinado. E olha que Seu Jorge tem uma das vozes mais bonitas da MPB. O que está acontecendo?
Chico Buarque é outro que não se preocupa com afinação, dicção e nada que convenha ao seu ofício. Ele não é um bom cantor. Embora seja um compositor primoroso.
Arnaldo Antunes e Erasmo Carlos fizeram um show no mês passado e também não foram bem. Vozes e notas musicais não se entenderam. Embora todos eles sejam personalidades valorosas e especiais, mas estão devendo aos que pagam para assisti-los.
Eu arrisco a fazer uma aposta para explicar a razão destes tropeços: os profissionais ensaiam pouco e se colocam numa perigosa zona de conforto. Está feia a coisa.
Ah, para não parecer perseguição. Neste mesmo show exibido no "Canal Brasil", foi prazeroso ouvir Maria Bethânia: perfeita. Esta sabe cantar.
Breve teremos o show de João Gilberto e é pouco provável que seja um fiasco. O mestre da MPB não segue esta linhagem dos que ficam surfando das vitórias do passado. Ao contrário, ele se preocupa com detalhes. E como diria o Rei Roberto Carlos, que é afinado, Deus está nos detalhes, não é, bicho?







Volume 1 – Política / Mídia


O primeiro número será destinado às questões dos campos
da política e das mídias que dizem respeito à ética.

Filósofos, cientistas políticos, comunicadores discutirão temas tais como: corrupção, fidelidade, alienação, vontade popular, entre outras.

Volume 2 – Afetos / Consumo


O segundo número tratará das emoções como a influência dos afetos nas decisões morais, as práticas e a importância do consumo, os novos movimentos de construção de
identidades, com base em perspectivas filosóficas, sociológicas e psicológicas.



Volume 3 – Trabalho / Educação


O terceiro número discutirá a ética na educação e no trabalho. O que se entende por ética nas empresas? Qual a presença da discussão ética na formação dos futuros profissionais? O que são valores para o mundo corporativo? Essas e outras perguntas serão respondidas por pensadores das áreas afins.
Volume 4 – Direito / Cidadania


O quarto número apresentará reflexões sobre o que significa,
no mundo contemporâneo, ser cidadão. Juristas, filósofos e analistas do poder judiciário responderão questões de como participar do espaço público, qual o papel da norma jurídica nas novas relações sociais, o que se deve esperar de um legislador, entre outras importantes questões.

Residência Multiprofissional INCA 2012.






CEN TRO DE PRODUÇÃO DA UERJ
Rua São Francisco Xavier, 524, 1° andar, bloco A, sala 1006
Maracanã - Rio de Janeiro - RJ
Atendimento de 9h às 18h
Informações - Tel: (21) 2334-0639

Outubro é mês dedicado à prevenção e alerta sobre o câncer de mama

Outubro - Mês de Prevenção do Cancro da Mama





Outubro é o mês internacional de Prevenção de Cancro da Mama, estimando-se que na Europa surjam todos os anos 430 000 novos casos e que uma em cada 10 mulheres venha a desenvolver a doença antes dos 80 anos. A 30 de Outubro comemora-se do Dia Nacional de Prevenção do Cancro da Mama e a Liga Portuguesa Contra o Cancro, como entidade que há mais anos desenvolve actividades de medicina preventiva nesta área, irá promover a nível nacional um conjunto de iniciativas que visam a sensibilização para esta problemática.
O cancro da mama é o tipo de cancro mais comum entre as mulheres (não considerando o cancro da pele), e corresponde à segunda causa de morte por cancro, na mulher. Em Portugal, anualmente são detectados cerca de 4500 novos casos de cancro da mama, e 1500 mulheres morrem com esta doença.
É uma das doenças com maior impacto na nossa sociedade, não só por ser muito frequente, e associado a uma imagem de grande gravidade, mas também porque agride um órgão cheio de simbolismo, na maternidade e na feminilidade. São conhecidos alguns factores de risco para o cancro da mama, muito associados aos estilos de vida e a características reprodutivas inerentes à vida moderna e ocidentalizada. De notar que há entre 5 a 10% dos cancros da mama diagnosticados que aparentam características genéticas e hereditárias que, caso sejam confirmadas, obrigam a um acompanhamento mais precoce e cuidadoso dos familiares. A grande dificuldade em diminuir a prevalência dos factores de risco para o cancro da mama justificam uma prevenção secundária, isto é, que sejam concretizados procedimentos e atitudes de um diagnóstico o mais precoce possível das lesões malignas. Eles incluem o controlo rigoroso e periódico por mamografia, nomeadamente através do Programa de Rastreio de Cancro da Mama que a Liga promove e, quando adequado, ecografia, recorrendo ao aconselhamento pelo Médico Assistente, sobretudo a partir dos 40-45 anos. 




CANCRO DA MAMA: QUEM ESTÁ EM RISCO

Não é conhecida uma causa específica para o cancro da mama.

Sabemos que embates violentos na mama não provocam, por si só, cancro da mama; no entanto, é conveniente ter cuidado com as mamas. O cancro da mama não é contagioso: ninguém "apanha" a doença de outra pessoa.

A investigação tem demonstrado que há mulheres que apresentam um risco aumentado para cancro da mama, que se pensa estar associado a determinados factores de risco (factores que aumentam a probabilidade de uma pessoa desenvolver uma doença). Foram já identificados alguns factores de risco para o cancro da mama:
  • Idade: a possibilidade de ter cancro da mama aumenta com o aumento da idade; uma mulher com mais de 60 anos apresenta maior risco. O cancro da mama é menos comum antes da menopausa.
  • História pessoal de cancro da mama: uma mulher que já tenha tido cancro da mama (numa mama), tem maior risco de ter esta doença na outra mama.
  • História familiar: o risco de uma mulher ter cancro da mama está aumentado se houver história familiar de cancro da mama, ou seja, se a sua mãe, tia ou irmã tiveram cancro da mama, especialmente em idades mais jovens (antes dos 40 anos); ter outros familiares com cancro da mama, do lado materno ou paterno da família pode, também, aumentar o risco.
  • Algumas alterações da mama: algumas mulheres, apresentam células mamárias que parecem anormais, quando vistas ao microscópio; ter determinado tipo de células anormais, como sejam a hiperplasia atípica ou o carcinoma lobular in- situ , aumenta o risco de cancro da mama.
  • Alterações genéticas: alterações em certos genes (BRCA1, BRCA2, entre outros) aumentam o risco de cancro da mama; em famílias onde muitas mulheres tiveram a doença, os testes genéticos podem, por vezes, demonstrar a presença de alterações genéticas específicas. Assim sendo, em mulheres que apresentem estas alterações genéticas, podem ser sugeridas medidas para tentar reduzir o risco de cancro da mama e melhorar a detecção precoce da doença.
  • Primeira gravidez depois dos 31 anos
  • História menstrual longa: mulheres que tiveram a primeira menstruação em idade precoce (antes dos 12 anos de idade), tiveram uma menopausa tardia (após os 55 anos) ou que nunca tiveram filhos (nuliparidade), apresentam um risco aumentado.
  • Terapêutica hormonal de substituição: mulheres que tomam terapêutica hormonal para a menopausa (apenas com estrogénios ou estrogénios e progesterona), durante 5 ou mais anos após a menopausa parecem, também, apresentar maior possibilidade de desenvolver cancro da mama.
  • Raça: o cancro da mama ocorre com maior frequência em mulheres caucasianas (brancas), comparativamente a mulheres Latinas, Asiáticas ou Afro-Americanas.
  • Radioterapia no peito: mulheres que tenham feito radioterapia ao peito, incluindo as mamas, antes dos 30 anos, apresentam um risco aumentado para cancro da mama; esta situação inclui mulheres com linfoma de Hodgkin que foram tratadas com radiação - estudos publicados demonstram que, quanto mais nova era a mulher, na altura dos tratamentos com radioterapia, mais elevado é o risco de vir a ter cancro da mama.
  • Densidade da mama: mulheres mais velhas que apresentam, essencialmente, tecido denso (não gordo) numa mamografia (raio-X da mama), têm risco aumentado para cancro da mama.
  • Obesidade após a menopausa: as mulheres que são obesas, após a menopausa, apresentam um risco aumentado de desenvolver cancro da mama. A obesidade está relacionada com uma proporção anormalmente elevada de gordura corporal; tendo em conta que o corpo produz alguns estrogénios (hormona feminina) no tecido gordo é, assim, mais provável que as mulheres obesas apresentem níveis elevados de estrogénios e, consequentemente, risco aumentado para cancro da mama. Alguns estudos demonstram que o aumento de peso, após a menopausa, aumenta o risco de cancro da mama.
  • Inactividade física: mulheres que são fisicamente inactivas, durante a sua vida, parecem ter um risco aumentado para cancro da mama; estar fisicamente activa pode ajudar a diminuir este risco, através da prevenção do aumento de peso e da obesidade.
  • Bebidas alcoólicas: alguns estudos sugerem haver relação entre a maior ingestão de bebidas alcoólicas e o risco aumentado de ter cancro da mama.
Na área Sintomas, estão descritos outros factores de risco ainda em estudo.

Muitos dos factores de risco citados podem ser evitados; outros, como a história familiar, não podem ser evitados. É, no entanto, útil saber e estar consciente dos factores de risco, ainda que muitas mulheres com estes factores de risco não apresentem cancro da mama.

A maioria das mulheres que desenvolvem cancro da mama não tem história de cancro da mama na sua família; de facto, com excepção do envelhecimento, muitas mulheres com cancro da mama não apresentam fortes factores de risco para a doença.

Se pensa estar em risco de ter cancro da mama, deve discutir este facto com o médico; este pode sugerir modos de reduzir o risco e planear um calendário adequado para os exames médicos.



Fonte: National Cancer Institute

IV Jornada de Observação da Relação Mãe-Bebê






Professor Clóvis de Barros
Nova Revista "Ética" nas bancas esse final de semana. Organizada por mim, o que talvez seja motivo para você não comprar, hehe.
pic.twitter.com/uOaYe849

Livro "Pense" de John Piper




John PiperO trecho a seguir foi retirado do capítulo 12 do livro “PENSE”, de John Piper, lançado e Editora Fiel. Nesta passagem do livro, Piper analisa o texto de 1 Co. 8.1-11, e adverte o leitor sobre o objetivo de todo conhecimento baseado na verdade: o amor a Deus e ao próximo.
Vocês não sabem como convém saber
Como Paulo prosseguiu para abordar o conhecimento que ensoberbecia os corintos? Em 1 Co. 8.2, Paulo disse: “Se alguém julga saber alguma coisa, com efeito, não aprendeu ainda como convém saber”. Isso não significa que Paulo achava que os cristãos não sabiam as coisas. Dez vezes nesta epístola ele chama a atenção dos coríntios por não saberem coisas cruciais que já deviam saber sobre Deus e a vida (3.16; 5.6; 6.2, 3, 9, 15, 16, 19; 9.13, 24).
PenseQuando Paulo os repreendeu por julgarem “saber alguma coisa”, ele tinha em mente a atitude deles. Em um sentido, eles “sabiam”. Mas não sabiam como lhes convinha saber. Por isso, em um sentido profundo, eles não sabiam de modo algum. Não tinham o único tipo de conhecimento que será levado em conta no final. Eles imaginavam que sabiam.
Isso é profundo. Paulo estava dizendo que o saber (e o pensar que o produz) não é verdadeiro apenas porque contém doutrina correta sobre comida oferecida a ídolos. Aqueles cristãos sabiam alguns fatos verdadeiros sobre Deus e sobre sua liberdade, mas Paulo disse que eles apenas imaginavam que sabiam. Em outras palavras, eles não tinham um verdadeiro conhecimento. Não sabiam como deviam saber e, por isso, não sabiam verdadeiramente. Imaginavam que sabiam.
O verdadeiro saber ama as pessoas
Agora, a pergunta crucial é: o que tornaria esse saber imaginário em saber verdadeiro? Em outras palavras, o que significa saber como devemos saber? Pensar como devemos pensar? A resposta está no texto anterior e no posterior.
No texto anterior, Paulo disse que o amor edifica (v. 1). Isso implica que qualquer conhecimento que não está a serviço do amor não é verdadeiro conhecimento. É conhecimento prostituído. É como se Deus pusesse instrumentos cirúrgicos em nossas mãos e nos ensinasse como salvar os doentes, mas os usamos para realizar um exímio ato de malabarismo enquanto os doentes morrem. Saber e pensar existem por causa do amor – por causa da edificação do povo de Deus na fé. O pensar que produz orgulho, em vez de amor, não é verdadeiro pensar. Apenas imaginamos que estamos pensando. Deus não o vê como pensar. Não é cirurgia, é malabarismo.
O verdadeiro saber ama a Deus
Ao procurar entender o que o versículo 2 significa ao dizer: “Não aprendeu ainda como convém saber”, eu disse que a resposta está no texto anterior e no posterior. Já a vimos no texto anterior: “O amor edifica” (v. 1).
Agora, no posterior: “Mas, se alguém ama a Deus, esse é conhecido por ele” (v. 3). Paulo igualou o saber como devemos saber com o amar a Deus. Em conexão com o versículo 1, ele fez do amar as pessoas o critério do verdadeiro saber. E, em conexão com o versículo 3, ele fez do amar a Deus o critério de verdadeiro saber.
Vemos a ligação entre esse texto amor a Deus com todo o nosso entendimento. Essa é a razão de ser de nossa mente. E, nesta passagem, Paulo estava dizendo que amar a Deus é o que fazemos quando sabemos “como [nos] convém saber”. Na opinião de Paulo, pensar e saber nos são dados por Deus visando ao propósito de amar a Deus e amar as pessoas.
Pensar: a tarefa humilde de cortar lenha para o fogo
A lição extraída de 1 Coríntios 8.1-3 é que pensar é perigoso e indispensável. Sem uma profunda obra da graça no coração, o conhecimento – o fruto do pensar – ensoberbece. Mas, com a graça no coração, o pensar abre a porta do conhecimento humilde. E esse conhecimento é o combustível para o fogo do amor a Deus e ao homem. Se abandonarmos o pensar sério em nossa busca de Deus, esse fogo se apagará.





VII Seminário de Psicologia e Direitos Humanos, em outubro, debate segurança pública


VII Seminário de Psicologia e Direitos Humanos, em outubro, debate segurança pública

Enquanto o Rio de Janeiro vive a expectativa da realização dos maiores eventos esportivos mundiais em um prazo de cinco anos, algumas situações alarmantes têm recebido pouco destaque na grande mídia: remoções, limpeza étnica, militarização do controle das favelas, entre outras. Preocupado com essas questões, o Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro (CRP-RJ) propõe uma discussão sobre “Segurança Pública e Direitos Humanos” na sétima edição do Seminário de Psicologia e Direitos Humanos, que acontece nos dias 19, 20 e 21 de outubro, no campus Maracanã da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).
cartaz direitos humanos
O seminário, mais uma vez, tem entrada gratuita, e é aberto também a profissionais e estudantes de outras áreas, que não a psicologia, além de entidades da sociedade civil e em defesa dos direitos humanos. Haverá emissão de certificado e intérprete de libras durante todas as atividades, que começam às 18h do dia 19 (quarta-feira). O início das discussões contará com a mesa de abertura, que reunirá representantes do CRP-RJ, do CFP e da Uerj.
Ainda na quarta-feira, a partir das 18h30, o deputado estadual Marcelo Freixo (P-Sol), presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do estado (Alerj) será o responsável por conferência que discutirá as políticas públicas de segurança do estado do Rio na atualidade. Fechando o primeiro dia de atividades, o grupo de teatro “Cia Marginal” apresentará trecho do espetáculo “Ô, Lili”.
Na quinta-feira, dia 20, as atividades terão início à tarde. Às 14h30, acontece mesa redonda com o tema “Megaeventos, Choque de Ordem e o Controle na Cidade”, com representantes de instituições ligadas à defesa dos direitos dos cidadãos em situação de rua e das crianças e adolescentes. Mais tarde será discutida a gestão militarizada das favelas, com foco nas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) e nas mega-operações.
O início da programação do último dia de atividades, sexta-feira, 21 de outubro, reserva uma discussão sobre políticas sobre drogas e criminalização da pobreza. Mais tarde, uma roda de conversa pretende reunir os participantes do evento para discutir a psicologia e a segurança pública. Confira abaixo a programação completa e detalhada.
As atividades do evento acontecem no auditório 71 (7º andar) do Bloco F do campus Maracanã da Uerj, que fica à Rua São Francisco Xavier, 524, Rio de Janeiro. Mais informações por telefone: (21) 2139-5439.

19 de outubro (quarta-feira)

18h – Mesa de abertura- Lygia Santa Maria Ayres (Psicóloga – CRP-05/1832, Doutora em Psicologia e Conselheira Presidente do CRP-RJ);- Ana Carla Souza Silveira da Silva (Psicóloga – CRP 05/18427, Coordenadora da Comissão Regional de Direitos Humanos do CRP-RJ);- Pedro Paulo Gastalho de Bicalho (Psicólogo – CRP 05/26077, Coordenador da Comissão Nacional de Direitos Humanos do Conselho Federal de Psicologia (CFP);
- Esther Maria de Magalhães Arantes (Psicóloga – CRP 05/3192, professora da Uerj e da PUC-Rio, colaboradora da Comissão Regional de Direitos Humanos do CRP-RJ).
18h30 – Conferência de abertura“Atual conjuntura das políticas públicas para segurança no Estado do Rio de Janeiro”
- Marcelo Freixo (Deputado estadual – P-Sol, Presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Alerj).
19h30 – Atividade cultural
Apresentação de trecho do espetáculo “Ô, Lili”, da Cia Marginal

20 de outubro (quinta-feira)

14h30 – Mesa de debate.“Megaeventos, choque de ordem e o controle na cidade”- Guilherme Soninho (Historiador, doutorando do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional – Ippur/UFRJ);- Hilda Correa de Oliveira (Assistente Social, Mestre em Políticas Públicas – Uerj, membro da Coordenação executiva do Fórum Estadual de População de Rua);- Mônica Alckmin (Coordenadora do projeto “Se Essa Rua Fosse Minha” e integrante da Comissão Executiva do Fórum Estadual do Direito da Criança e do Adolescente);- Debatedor: José Rodrigues de Alvarenga Filho (Psicólogo CRP 05/36271, colaborador da Comissão de Direitos Humanos do CRP-RJ).

17h30 – Intervalo.18h30 – Mesa de debate.“Gestão militarizada das favelas: UPPs e megaoperações”- Márcia Pereira Leite (Professora Adjunta do Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais da Uerj, Pesquisadora do CNPq, membro do movimento Círculo Palmarino Rio);- Fiell (rapper, militante do movimento Hip Hop, construtor da cartilha de abordagem policial na favela Santa Marta);- Tomás Ramos (Advogado, assessor parlamentar do deputado Marcelo Freixo, pós-graduado em Filosofia Contemporânea pela PUC-Rio, Mestre em Sociologia e Direito pela Universidade Federal Fluminense – UFF);
- Debatedor: Rodrigo Costa do Nascimento (Psicólogo CRP 05/32425, mestre em Saúde Coletiva, pesquisador da vertente de Direitos Humanos do Observatório de Favelas).

21 de outubro (sexta-feira)

14h30 – Mesa de debate.“Políticas sobre drogas e criminalização da pobreza”- Orlando Zacone (Delegado da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Mestre em Ciências Penais pela Universidade Cândido Mendes – Ucam, Doutorando em Ciências Políticas na UFF);- Renato Cinco (Sociólogo, membro do Diretório Estadual e do Núcleo de Lutas Urbanas e Direitos Humanos do PSOL);- Rafael Mendonça Dias (Psicólogo – CRP-05/40094, doutorando em psicologia na UFF, representante do CRP-RJ no Conselho Estadual de Políticas Sobre Drogas do Rio de Janeiro);
- Debatedor: Luciana Knijnik (Psicóloga CRP-07/33458, mestre em psicologia pela UFF, militante de direitos humanos, consultora da Unesco, presidente da Comissão Regional de Direitos Humanos do Conselho Regional de Psicologia do Rio Grande do Sul, em formação no Círculo Psicanalítico).
17h30 – Intervalo.
18h30 – Roda de Conversa - "Psicologia e Segurança Pública"
Todos os participantes convidados a participarem.

Trailer de "30 Anos Depois, Lula relembra a 1ª Conclat"


Trailer do filme "30 Anos Depois, Lula relembra a 1ª Conclat" (Brasil 2011), dirigido por Adrian Cooper. Documentário registra as reações e opiniões do ex-presidente ao assistir, pela primeira vez, ao filme "1ª. Conclat". Lula não sabia da existência do documentário de 1981. Neste segundo filme são mostradas suas expressões faciais, manifestações de surpresa e comentários em que relembra, analisa e compara suas idéias e atitudes na época com o momento atual, passados 30 anos. 

Toque terapêutico: o poder de cura nas mãos


Toque terapêutico: o poder de cura nas mãos

Baseada na física quântica, o método proporciona suporte energético que ajuda as células a reagir a agressões de diversas naturezas

por Samantha Cerquetani


A imposição das mãos com fins terapêuticos pode ser considerada o método mais antigo para reduzir a dor de pessoas com a saúde debilitada. Baseando-se nesse conceito, na década de 1970, a dra. Dolores Krieger, da Universidade de Nova York (EUA), iniciou seus estudos na harmonização de energia por meio do contato físico e desenvolveu o Toque Terapêutico (TT, também conhecido como Método Krieger-Kunz).
Com a terapia complementar, o terapeuta acessa o campo de energia do paciente, detecta indícios sensoriais e faz um diagnóstico das alterações, tais como: déficit energético; alterações de temperatura; enrugamento do campo energético e outras sensações como choque elétrico ou formigamentos. Se tudo estiver harmônico, o profissional sentirá a região de forma lisa sem modificações.
Por ser um "toque sem toque", a prática se assemelha a uma ressonância magnética praticada com as mãos, já que ambos conseguem captar o acúmulo de íons positivos que geram modificações no campo de energia humano. E q uando há uma alteração no corpo, eles conseguem detectar o problema. Cada sessão dura cerca de 20 minutos e a frequência pode variar de uma a duas vezes ao dia ou semanalmente, conforme a gravidade da doença.
Pesquisadora do tema e atuante na área há mais de 20 anos, Ana Cristina de Sá, doutora em enfermagem pela Universidade de São Paulo (USP) e docente do Centro Universitário São Camilo, comprovou a eficácia do método em mulheres com câncer de mama sob tratamento quimioterápico. A melhora do quadro clínico dessas pacientes foi surpreendente quando comparadas a outras que não receberam o tratamento complementar.
Segundo ela, o TT é baseado em física quântica, comprovada cientificamente e pode ser aplicado em pacientes com qualquer patologia, até mesmos distúrbios psiquiátricos. "Como o contato favorece os processos enzimáticos da química celular, todas as doenças podem ser tratadas pelo Toque Terapêutico. A resposta ou não a esse suporte energético dependerá do corpo do próprio paciente", diz.
Recomendações
 Não há necessidade de possuir habilidades especiais para ser um terapeuta da área. Porém, para aplicar a técnica, é necessário estar bem preparado para transmitir a energia. Por isso, antes de iniciar o tratamento, verifique se o profissional é qualificado.

• Se o paciente já realiza uma terapia energética, como reiki ou acupuntura, por exemplo, é recomendável que não realize o TT, pois poderá acarretar uma "overdose de energia" e trazer desconfortos.

• Não se aplica em mulheres grávidas antes do 3º e após o 7º mês de gravidez porque a técnica potencializa os processos enzimáticos celulares.

• Durante o processo, procure relaxar, use roupas de algodão para não interferir no campo de energia e avise o terapeuta se sentir qualquer forma de desconforto.
O método é um excelente instrumento coadjuvante para os tratamentos médicos, pois auxilia as células a responder melhor a medicamentos, diminui os efeitos colaterais e melhora a capacidade de recuperação e regeneração celular


5 benefícios do toque terapêutico
1. Aumento da atividade de endorfinas, o que reduz a dor e proporciona o efeito de relaxamento muscular.
2. Melhora a capacidade do organismo no combate às infecções e aumenta os anticorpos: pacientes com HIV têm apresentado queda da carga viral. Também reduz os edemas, uma vez que ocorre a abertura e fechamento de canais de água e sódio em nível celular.
3. Aceleração do processo cicatricial. As fraturas consolidam-se mais rapidamente e as feridas cicatrizam-se em menor tempo.
4. Ao acompanhar o tratamento tradicional, o TT acarreta uma melhora rápida e eficaz, o que pode diminuir a quantidade de medicamentos.
5. Proporciona um suporte energético que ajuda as células a reagir a agressões de diversas naturezas, de ordem física, psíquica, emocional ou do sistema imunológico.

Como um distúrbio de campo energético pode afetar a saúde?
Os íons positivos e negativos estão esparsos na natureza. No campo energético humano, eles devem estar em harmonia, ou seja, na mesma quantidade. Quando adoecemos, os íons positivos acumulam-se no órgão doente ou desequilibram as funções do corpo.
O estresse, por exemplo, leva a um acúmulo de íons positivos na região dos ombros e cabeça, causando dores nas costas e pescoço. Conviver com metais ou pessoas igualmente carregadas de carga iônica pode causar cansaço, irritabilidade, dor de cabeça e perturbações do sono.
Consultoria: Dra. Ana Cristina de Sá, doutora em enfermagem pela Universidade de São Paulo (USP) e docente do Centro Universitário São Camilo